Pandemia (Jair Bolsonaro)
Status jurídico: CPI: 9 CRIMES · INVESTIGADO NO STF · SEM DENÚNCIA
▶ Jogar esta fase- 700.239 mortes oficiais por Covid-19 até março de 2023 — o Brasil foi o 2º país do mundo em óbitos. Fonte: cartacapital.com.br
- A CPI da Covid (26/10/2021) pediu o indiciamento de Bolsonaro por 9 crimes, entre eles epidemia com resultado morte, charlatanismo, prevaricação e crimes contra a humanidade. Fonte: jornalopcao.com.br
- A Pfizer ofereceu 70 milhões de doses em agosto de 2020 e o prazo de resposta passou em branco. Em junho de 2021 a CPI revelou 53 e-mails da empresa ao governo; 47 ficaram sem resposta até 10/11/2020. Fonte: opovo.com.br
- O relatório final da CPI teve 1.288 páginas e 80 pedidos de indiciamento, aprovado por 7 votos a 4. Fonte: poder360.com.br
- Cloroquina: sem eficácia comprovada contra a Covid, virou a aposta do governo. Em 21/03/2020 Bolsonaro mandou ampliar a produção; o Exército gastou R$ 1,14 milhão para fabricar 3,2 milhões de comprimidos em 2020. Fonte: em.com.br
- "E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre" — 28/04/2020, dia em que o Brasil passou de 5 mil mortos. Fonte: poder360.com.br
- Em julho de 2022 a PGR pediu ao STF o arquivamento das apurações da CPI sobre Bolsonaro, por "ausência de indícios mínimos". Fonte: agazeta.com.br
- Status honesto: em setembro de 2025, a pedido da PF, o ministro Flávio Dino (STF) abriu inquérito sobre as conclusões da CPI. Bolsonaro e os filhos Flávio, Eduardo e Carlos são investigados, em sigilo e sem denúncia até agora. Fonte: aosfatos.org
- Flávio se apresenta como "o Bolsonaro que toma vacina". Em 24/03/2020 escreveu: "Vamos sair do isolamento horizontal para o vertical". Em setembro de 2020 disse estar "curado da Covid-19", tratado com "hidroxicloroquina e azitromicina", sem eficácia comprovada. Em julho de 2021 posou sendo vacinado pelo ministro Queiroga. Fonte: www1.folha.uol.com.br
- Eduardo Pazuello, ministro da Saúde demitido no auge da pandemia, foi reeleito deputado (PL-RJ), está no entorno da campanha de Flávio e é citado como nome para um eventual governo dele. Em outubro de 2026 defendeu anistia aos presos do golpe e a "quem prendeu", em referência a Alexandre de Moraes. Fonte: www1.folha.uol.com.br